Para Esquecer

Hello, stranger! Lembra de mim? Sou eu, aquele alguém que você um dia disse gostar. Hello, stranger! Talvez o tempo tenha passado. Aliás, acho que ele passou. Um mês? Um ano? Perdi as contas. Justo eu, sempre tão preciso com datas e palavras, acabei me tornando refém delas... Refém da falta de tempo e da falta de palavras. Hello, stranger! Eu me lembro bem da nossa última conversa. Lembro das minhas palavras de ódio, lembro de como eu me irritei com você por descobrir coisas que até o diabo duvidaria. Eu me lembro tão bem daqueles dias, daquela primavera ensolarada em que te conheci. Parece até que foi ontem. Parece até que foi um ano atrás. Eu me lembro das minhas juras de amor e dos teus pedidos de “Não me prometa nada!”. Eu não devia ter prometido. Não por mim, mas por você. Eu queria ter cumprido as minhas promessas de amor, as minhas palavras de fidelidade, de compreensão. Eu queria... E eu queria tanto que, de tanto querer, acabei me deixando perder do bem mais precioso que j...