Cena do episódio 8 da sétima temporada de The Vampire Diaries! Música: Best That I Can - Vance Joy Recentemente ouvi um trecho dessa poesia em uma das mais belas cenas que existiu em "The Vampire Diaries" e que marcou o desfecho ( trágico ) de uma personagem que (mesmo sendo cruel) acabei me encantando pela intensidade. É uma poesia do escritor britânico Walter Raleigh! Se jovem fosse toda a gente e o amor, E a verdade na boca de cada pastor, Cada um destes prazeres me levaria A ir ser teu Amor em tua companhia. Mas ao redil o Tempo recolhe o rebanho, Quando o rio brame e esfria o rochedo, É quando Filomela fica como os mudos E o resto se lamenta de cuidados futuros. Murcham as flores, e o viço campestre Ao indócil Inverno logo se submete: Uma língua de mel, coração sem amor, Primavera de desejo, Outono de dor. Os teus vestidos, sapatos, canteiros de rosas, Tua boina, saia, flores preciosas, Breve quebram e murcham – esquecidas sã...
Música: Unsteady - X Ambassadors “O tempo parece ser uma verdadeira armadilha. A tua ausência se faz tão longa. As horas ao teu lado parecem correr. Mesmo com tão pouco tempo, uma eternidade parece existir. O teu olhar, o teu sorriso, pequenos gestos que me fazem suspirar, sentir as famigeradas borboletas no estômago. O medo desaparece, os olhos se fecham, as mãos se apertam – em um encaixe perfeito de dedos. Era terça. Dia. Eu chorava. Você surgiu. E como uma pequena tempestade de verão, você me preencheu, ou melhor, me ajudou a me preencher. Fez com que eu encontrasse os meus pedaços espalhados, fez com que eu encontrasse novamente – após tantos anos – quem eu era, quem eu sou, de verdade. O primeiro olhar, o primeiro abr...
Música: Let Her Go - Passenger Hoje o dia foi triste. Silencioso. Não ouvi o cantar, os assovios, nada. Ele – o marido dela –, um periquito australiano das penas azuis, pretas e brancas, também não cantou. Nada. Ficava parado, olhando para um ponto fixo fora da gaiola: o lugar onde eu a depositei ao retirar seu corpo. Era tarde. Ao passar pelo local, olhei em direção a eles – sempre soltando uma piada, falando algo – e a vi, quietinha, parada num canto. Cheguei mais perto e ela veio ao meu encontro, mancando, abatida. Larguei o que estava fazendo, puxei uma cadeira e sentei ao lado da gaiola. Ela foi para a porta, como sempre fazia – ávida para beliscar meus dedos e cravar suas finas unhas em minha pele. Peguei-a em minhas mãos e ela ficou ali deitada, quietinha, calma, sossegada – como nun...
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